13 de jul. de 2010

GERAL

Trabalho da Igreja Católica, do Projeto

Ficha Limpa, já mostra seus resultados

A Campanha da Ficha Limpa, promovido e organizado pela Igreja Católica em todo o Brasil, que recolheu milhões de assinaturas, tornada lei, já mostra os seus primeiros resultados positivos para a política brasileira. São 36 deputados e senadores, candidatos a reeleição, que estão sob investigação do Supremo Tribunal Federal. Estes estão ameaçados de ficar inelegíveis por estarem ligados a crimes como trabalho escravo, corrupção, crimes eleitorais e até mesmo homicídios. Estudos de jornais brasileiros mostram que a cada três dias é feito um pedido de abertura de inquérito ou de alguma ação penal contra políticos. A soma deste ano é de 60 procedimentos. Segundo estudo do Instituto Humanitas, “a quatro meses da eleição, esse número é 130% maior que o mesmo período de 2009, quando o Ministério Público havia pedido a abertura de 18 inquéritos e 08 ações penais”. “Se condenados, eles não poderiam concorrer neste ano graças à Lei do Ficha Limpa”. Na opinião do maior jornal da França oLe Monde, “a adoção da lei ficha limpa é uma vitória política e moral espetacular da sociedade civil em um país onde a corrupção e seus corolários – nepotismo, clientelismo, favoritismo – corroem a vida pública em todos os níveis, dos ministros aos mais modestos vereadores. A opinião pública mostrou com impacto que ela não quer mais ser representada por políticos de ficha suja”. A punição ou não desses políticos depende da justiça. Segundo o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro

Ricardo Lewandowski, em entrevista, “o eleitor pode ter certeza de que a Justiça Eleitoral aplicará a Lei da Ficha Limpa com o máximo rigor. Ela vai pegar, pois corresponde ao desejo manifestado pela sociedade brasileira de moralização dos costumes políticos”.

A educação torna-se uma preocupação maior dos brasileiros

Em pesquisa recente pelo Ibope Inteligência e promovida pelo Movimento Todos Pela Educação e pela Fundação SM, sobre as áreas de maior preocupação, a educação passa de 7º para 4º lugar numa lista de 08 áreas específicas de maior preocupaçãodos brasileiros. A preocupação com

a educação básica, citada por 27% dos 2002 entrevistados, superou o problema da Fome/Miséria (20%), Corrupção (15%) e Salários (12%). Durante a pesquisa, 6% das pessoas ainda colocaram o ensino como primeira opção de área problemática. Acima da educação estão Empregos e Drogas, empatados com 29%, Segurança Pública, com 42%, e Saúde, que ainda é a área que mais preocupa os brasileiros, comíndice de 66% e citada como primeira opção por 41% das pessoas. Segundo os brasileiros consultados, o tema da educação deve ter posição prioritária na pauta dos candidatos das eleições de outubro, sejam presidentes, governadores ou representantes do Poder Legislativo, e na elaboração de projetos que ajudem a solucionar os problemas do país. 28% dos entrevistados acreditam que a educação é uma área que deve merecer atenção especial dos presidenciáveis. Colocar a Educação como área de destaque nos projetos políticos dos candidatos eleitos é uma das intenções do Todos pela Educação, que procura atingir 05 Metas

até o ano de 2022. As metas incluem a colocação de crianças e jovens de 04 a 17 anos nas escolas; a completa alfabetização até os 08 anos; o aprendizado adequado à série do aluno; o ensino médio concluído até os 19 anos; e os investimentos ampliados na área.

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